PINTURAS RUPESTRES, IMAGENS DO GÊNERO: ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS.
Luís Felipe Rios [1]
RESUMO
Esta comunicação se constitui em uma primeira notícia à comunidade
científica mais ampla dos caminhos que temos percorrido por entre pinturas
e grafismos dos Sertões do Nordeste brasileiro. Apresenta as estratégias
teórico-metodológicas que temos nos utilizado para que tais vestígios
arqueológicos passem do estatuto de "atestados mudos" da existência
de grupos humanos em períodos que ultrapassam os 12 mil anos BP, para
o estatuto de registros informacionais que nos "fale"
de como se organizavam os Sistemas de Gênero de grupos que hoje não
mais existem.
NOTAS
[1] Mestre em Antropologia, Doutorando em Saúde Coletiva
no Instituto de Medicina Social - UERJ. Trabalho elaborado enquanto
pesquisador/bolsista (DCR-CNPq) no Projeto Antropologia Visual na
Pré-História do Nordeste (1998-1999). E-mail: fipo@ig.com.br
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